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Figueira da Foz, Sintra, Viana do Castelo, Peniche e Sagres receberam este ano o Circuito Nacional de Bodyboard Open 2007.

Depois de 5 etapas de Norte a Sul do país a satisfação é geral. As condições do mar nem sempre foram as mais desejadas, mas nunca se perdeu o bom ambiente e acima de tudo a boa competição. Foi nas duas últimas provas que Neptuno mais ajudou e isso confirmou-se com o melhor do bodyboard nacional dentro de água.
Foram etapas bastante renhidas e só na última ficámos a conhecer os campeões de 2007. Em Sagres estava tudo em aberto, tanto no Open como no Feminino, o que deu ainda mais luta aos bodyboarders em competição e também mais entusiasmo ao circuito. Foi nas finais que tudo se decidiu e Manuel Centeno e Teresa Duarte sairam do último heat com o título de 2007. Para o bodyboarder do Porto, “este ano foi particularmente difícil ganhar e daí ter-me sabido especialmente bem. O nível estava muito alto, atletas como o Hugo e o Silvano são sempre muito difíceis de ganhar. Estou muito contente porque é a minha segunda vitória.” Teresa Duarte terminou o ano em casa e da melhor maneira, “estou contente, mas foi uma final stressante. Sabia que tinha que dar o máximo e a pressão não ajudou. Acabei por ter sorte e consegui atingir o meu objectivo”, disse a bodyboarder de Sagres.
À frente da organização esteve, pela primeira vez, a EXTREME Conteúdos e o resultado foi positivo. Inácio Silva, Director de Prova, afirmou que “no geral tudo correu bem, com etapas com melhores ondas que outras. Este foi o primeiro ano, o ponto de partida, no próximo vamos trabalhar mais e melhor.”
Para Duda Birra, Director Técnico do Circuito Nacional de Bodyboard Open 2007, “este ano foi extremamente positivo, porque veio organizar o bodyboard nacional em termos competitivos e filiação dos atletas. Em termos de ondas não foi um ano excelente, porque o mar nem sempre ajudou. A relação Extreme e Federação foi a melhor possível, a comunicação foi total e não existiram problemas nenhuns.”
Paulo Schmidt, Chefe de Juízes, fez também uma avaliação positiva. “Correu tudo muito bem, tanto do ponto de vista da organização, como do julgamento. O nível do bodyboard foi também do melhor. As ondas nem sempre ajudaram, mas houve etapas com ondas excelentes, como foi o caso de Peniche. O facto da decisão ter ficado para a última etapa foi muito interessante, pois aumentou o interesse do campeonato.”
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